segunda-feira, fevereiro 21, 2011

The 7th International Conference on Open Source Systems


6-7 October 2011 in Salvador, BA, Brazil


IFIP Working Group on Open Source 

Software - IFIP WG 2.13

The conference will consist of research papers presentations, workshops, tutorials, panels, and project demonstrations.
The major OSS2011 theme is Software Reliability. Authors are invited to submit papers and proposals on a variety of OSS topics, including but not limited to:
Software reliability of FLOSS
• Measuring software reliability
• Mining FLOSS repositories for software reliability
• FLOSS vs. proprietary software
• Qualitative analysis of software reliability
• Models of software reliability
• Estimating / Predicting software reliability
• Testing and inspecting FLOSS
• Tools for software reliability
FLOSS as innovation
• Adoption/ use / acceptance of FLOSS
• Dissemination / redistribution / licensing of FLOSS
• Open Science and Open Knowledge
• Adopting innovation in FLOSS projects
FLOSS practices and methods
• FLOSS and traditional / agile methods
• FLOSS and distributed development
• Knowledge and documentation management in FLOSS
FLOSS technologies
• FLOSS over the Internet
• Security of FLOSS
• Interoperability / portability / scalability of FLOSS
• Open Data Standards
• Reuse in FLOSS
• FLOSS for entertainment
• FLOSS for education
• FLOSS architecture and design
Economic / organizational / social issues on FLOSS
• FLOSS project communities, building and sustaining
• Economic analysis of FLOSS
• Cost models of FLOSS
• Business models of FLOSS
• Maturity models of FLOSS
• FLOSS in public sector
• FLOSS in education
• FLOSS IPR and licensing

divulgação: Comunidade do Software Livre e todos os interessados no projeto BrOffice


Carta da Comunidade BrOffice ao Movimento de Software Livre e Iniciativas Open Source

Como membros da comunidade BrOffice, ligada pelos nós da rede em todos os Estados do Brasil, vimos a público, perante as Comunidades e Instituições existentes no seio do Movimento Software Livre e das iniciativas Open Source, manifestar o nosso posicionamento em relação ao cisma em curso existente entre esta Comunidade e a OSCIP BrOffiice.org a qual, infelizmente, está perceptivelmente desvirtuada das suas finalidades orgânicas de dar sustentabilidade institucional ao Coletivo nacional do projeto. Muitas são as razões que nos levam a essa decisão extrema e, por isso, visando esclarecer os nossos destinatários, citamos as que consideramos mais graves:
Afirmamos, portanto, que não existe razão ética e nem legal para a existência de uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público ou OSCIP que desconsidere, sistematicamente, o seu coletivo com têm feito a BrOffice.org, especificamente através do seu Conselho Administrativo. Conselho esse formado por uma maioria de pessoas que despreza a nossa Comunidade, pois embora exista um grupo resistente aos desmandos e à concentração de poder por parte desse colegiado, tal grupo, por ser alinhado com o Coletivo nacional, tem sido sistematicamente vencido internamente pelas forças do retrocesso hoje instaladas dentro da BrOffice.org. Com efeito, as decisões mais recentes como a de não apoiar o Encontro Nacional do BrOffice, por exemplo, foram tomadas de forma unilateral pelo grupo dominante que detém, de forma oligárquica, o controle da BrOffice.org, inclusive com a manipulação de informações sendo processadas até mesmo à revelia do presidente da OSCIP e completamente fora do alcance desta Comunidade. Uma Comunidade linda e engajada, formada por pessoas , como nós subscritos, espalhadas por todo território nacional, atuando nos Grupos de usuários do BrOffice em seus Estados e nos projetos mais específicos como o da Revista BrOffice, produzida colaborativamente. Aliás todos os projetos dos quais a BrOffice.org sempre tirou proveito são o resultado do trabalho dos muitos braços que compõem o Projeto BrOffice em nosso país. É preciso que se afirme: a Comunidade é, sempre, maior do que qualquer entidade que deseje representá-la. Infelizmente não é o que pensa um certo grupo dentro da BrOffice.org.
Em razão do afirmado acima, causa-nos estranhamento saber que o presidente da BrOffice.org está sendo perseguido dentro da OSCIP por seu comprometimento com a Comunidade, o Coletivo nacional. Razão porque, segundo ele em seus esclarecimentos para a Comunidade, através das nossas listas - que qualquer pessoa interessada pode ter acesso através de inscrição online, não aceitou os desmandos do dito Conselho e repudiou internamente, nas reuniões da OSCIP, o tipo de governança excludente em vigência. Por isso, manifestamos o nosso repúdio aos ataques pessoais e ou institucionais que estejam sendo deflagrados contra o Cláudio Filho, presidente da BrOffice.org e, ao mesmo tempo, levantamos moção de apoio a esse engajado lutador pela causa do Software Livre e Iniciativas Open Source no Brasil e no Mundo. Registramos, portanto, nosso reconhecimento de que Cláudio Filho é o representante legal e moral da BrOffice.org perante o Coletivo Nacional sem a presença do qual não há possibilidade de diálogo com a OSCIP BrOffice.org. Registramos ainda nosso apoio e respeito aos/ás companheiros/as que, dentro da BrOffice.org, estão lutando para tentar resgatar a ONG às suas autênticas finalidades, pois, como diz a Lei 9790/99:
Art. 2o Não são passíveis de qualificação como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público, ainda que se dediquem de qualquer forma às atividades descritas no art. 3o desta Lei:
(…) V- as entidades de benefício mútuo destinadas a proporcionar bens ou
serviços a um círculo restrito de associados ou sócios; (…)
Art. 3o A qualificação instituída por esta Lei, observado em qualquer caso, o princípio da universalização dos serviços, no respectivo âmbito de atuação das Organizações, somente será conferida às pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, cujos objetivos sociais tenham pelo menos uma das seguintes finalidades:
(…) VII - promoção do voluntariado;
XI - promoção da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos, da democracia e de outros valores universais;
(http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9790.htm – acesso em 17/02/2011 )
Por entender que as finalidades mais importantes da BrOffice.org foram flagrantemente desrespeitadas atingindo a dignidade da Comunidade BrOffice, repudiamos as ações e decisões unilaterais e antidemocráticas tomadas recentemente. É preciso que a ONG, ou OSCIP BrOffice.org, pratique o que diz a Lei e, sobretudo, se redefina a partir dos valores democráticos do Movimento Software Livre e das Iniciativas Open Source que nos são tão caras. Nos angustia perceber que a oligarquia, que comanda a maioria no Conselho Administrativo da OSCIP, divorciou-se dessa Comunidade tentando excluir, dos seus quadros, o seu presidente e as pessoas que defendem a Coletivo nacional. Portanto, sugerimos que, caso esse grupo ainda tenha algum desejo de diálogo com o conosco então, como Comunidade BrOffice brasileira, exigimos:
1. A manutenção de Cláudio na Presidência da BrOffice.org;
2. A convocação imediata de uma Assembleia Geral (AG) para prestação de contas, sob a liderança do presidente Cláudio Filho;
3. A abertura, para a comunidade, das atas e decisões das reuniões e das AG da ONG.
Não obstante ao obscurantismo das atividades internas da BrOffice.org e o ostracismo imputado por esta OSCIP à Comunidade que deveria representar, respeitar e considerar, cumprindo assim suas finalidades legais e éticas, o fato premente é que nós, enquanto coletivo maior nos encontramos num momento decisivo da história do projeto brasileiro. Por isso, compreendendo que somos sujeitos da história e nunca massa de manobra; considerando, por outro lado, o valor e a força do engajamento de gigantes dentro do projeto, as vezes anônimos/as, mas apaixonados pela Cultura Hacker que formata a base do Movimento de Software Livre e das Iniciativas Open Source no mundo declaramos:
Somos a Comunidade BrOffice no Brasil e, por tal representatividade e reconhecimento, trabalharemos e lutaremos, chamando para nós a responsabilidade de continuar o projeto BrOffice/LibreOffice, em território brasileiro, de acordo com os princípios cultura hacker e da dádiva – compartilhamento, colaboração e meritocracia – com ou sem a OSCIP BrOffice.org.

Assinam essa carta 

Os signatários

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=BrOffice 


quinta-feira, fevereiro 17, 2011

site da ucaf

hoje, dia 17 de fevereiro, a blanc editoração gráfica elaborou uma ampla reforma no site da unidade central das agroindústrias familiares rurais do oeste de santa catarina (ucaf). no endereço eletrônico www.ucaf.org.br podem ser vistas as alterações. em breve teremos mais novidades para mostrar para todos.

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

ARTIGO: ASSESSOR DE IMPRENSA OU JORNALISTA CONTRATADO?

Por Eugênio Bucci em 10/9/2010


Reproduzido de O Estado de S.Paulo, 9/9/2010; intertítulos do OI
Tramita no Senado a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 33/09, que restabelece a exigência de diploma em Comunicação Social, com habilitação em jornalismo, para o exercício da profissão de jornalista. Essa PEC surgiu no final do ano passado, logo após a decisão do Supremo Tribunal Federal que derrubou a obrigatoriedade do diploma, por entendê-la inconstitucional. O raciocínio que a inspira é bem simples: se a exigência do diploma era inconstitucional, basta, agora, inscrevê-la na própria Constituição e, assim, sua inconstitucionalidade cessará. Para tanto ela modifica o artigo 220 para fazer constar da Lei Maior o diploma obrigatório. Em tempo: a emenda já passou pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal e agora, para seguir em frente, depende da decisão do plenário.

Se aprovada a PEC, o diploma não será apenas obrigatório como era antes: ele será constitucionalmente obrigatório. Mas será que isso resolverá as indefinições que pesam sobre a profissão de jornalista? A resposta é não. A exigência ou a não exigência do diploma é um tópico secundário. O ponto mais grave, hoje como antes, é a definição desse ofício: em que consiste a profissão de jornalista? O diploma será obrigatório para o sujeito fazer exatamente o quê? Esse "o quê" é o ponto central.

Quanto a isso persiste uma confusão que compromete todo o resto. Ainda se acredita no Brasil que jornalistas e assessores de imprensa desempenham uma única profissão. Isso não faz sentido algum, nem aqui nem em nenhum outro lugar do mundo. Desconheço países de boa tradição democrática onde jornalistas se vejam como assessores de imprensa ou vice-versa. Ambas as atividades são essenciais e dignas, por certo, mas totalmente distintas uma da outra. No Brasil, no entanto, são vistas por muita gente como se fossem uma coisa só. Por que fomos cair nessa confusão?
 
Uns e outros

A origem de tal embaralhamento vem da nossa cultura sindical. Como, historicamente, muitos jornalistas profissionais foram migrando, aos poucos, para as assessorias de imprensa, os sindicatos de jornalistas passaram a ter, entre seus associados, contingentes cada vez maiores de assessores. Para não perderem filiados esses sindicatos começaram a representar, de uma vez só, uns e outros. Nasceu assim uma teoria corporativista segundo a qual tanto os repórteres como os assessores de imprensa praticam "jornalismo".

Nada mais falso – e nada mais pernicioso para a compreensão do que significa a independência editorial como primeiro dever de todo jornalista. Se um assessor de imprensa é jornalista, a independência editorial deixou de ser um requisito para definição dessa profissão. De acordo com essa novíssima semântica, uma redação não precisa ser independente para realizar a função de imprensa.

Essa teoria se expressa de modo escancarado no Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). Venho sustentando há vários anos – e venho sustentando isso dentro da Fenaj, à qual sou filiado – que o nosso código está assentado sobre um conflito de interesses insolúvel. Dou aqui apenas dois sintomas desse conflito que o código não consegue – por mais que tente – ocultar.

O artigo 7º, inciso VI, diz que "o jornalista não pode realizar cobertura jornalística para o meio de comunicação em que trabalha sobre organizações públicas, privadas ou não governamentais, da qual seja assessor, empregado, prestador de serviço ou proprietário (...)". Note bem o leitor: o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros proíbe que, como repórter contratado de algum jornal, o jornalista escreva sobre o órgão em que também seja contratado como assessor, mas, e aí está o dado espantoso, o mesmo código admite que o jornalista mantenha duplo emprego, podendo ser repórter num jornal e assessor de imprensa num órgão público, ao mesmo tempo, como se isso fosse normal num regime de imprensa independente.

O outro sintoma: o artigo 12 afirma que "o jornalista deve, ressalvadas as especificidades da assessoria de imprensa, ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, o maior número de pessoas e instituições envolvidas em uma cobertura jornalística". Nesse artigo o código confessa que a ética jornalística não vale sempre, do mesmo modo, para os assessores: os primeiros têm o dever de ouvir todos os envolvidos numa história; os segundos, não. Mesmo assim, a despeito dessa franca distinção, o código pretende valer para ambos os profissionais.

Distinção explícita

Vale repetir: o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros está assentado sobre um conflito de interesses. A Fenaj, a maior defensora da PEC 33/09, chama assessoria de imprensa de jornalismo. Sintomaticamente, outra vez, a Justificação da PEC, assinada pelo senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), embarca na mesma lógica e corrobora a teoria de que o ofício da imprensa se estende por várias funções, "do pauteiro ao repórter, do editor ao planejador gráfico, do assessor de imprensa ao fotojornalista". Segundo essa lógica, enfim, a assessoria de imprensa, assim como o fotojornalismo ou o planejamento gráfico, é função jornalística.

O maior dano causado por essa teoria é a diluição do conceito de imprensa independente. Essa lógica não realça a função social de fiscalizar o poder que só o jornalismo independente pode realizar. Jornalistas trabalham para que as perguntas que todo cidadão tem o direito de fazer sejam respondidas, enquanto assessores trabalham para que as mensagens que seus empregadores ou clientes gostariam de difundir sejam divulgadas. Essa distinção deveria ser explícita dentro da própria Fenaj e dentro do Congresso Nacional. Aí, sim, saberíamos com segurança para que atividades a Constituição passará a impor o diploma obrigatório.

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

Caracteres especiais e acentos no teclado do Mac OSX

Acho que a única coisa realmente estranha quando você passa de um PC pro Mac é a forma padrão de acentuar, que é a mesma de alguns caracteres especiais e utiliza a tecla Option (Alt). Sei que tem uns pacotes de terceiros pra deixar a acentuação igual à do PC mas vamos aprender aqui como fazer esse default e como lembrar:

Agudo: Option + e
Circunflexo: Option + i
Til: Option + n
Crase: Option + `
Trema: Option + u
Cedilha: Option + c

Alguns caracteres especiais:
®: Option + r
˚: Option + k
π: Option + p
©: Option + g

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

primeira semana de fevereiro/2010

a primeira semana de fevereiro de 2011 está chegando a seu fim e podemos fazer uma análise positiva dos resultados que foram alcançados, não apenas nos primeiros quatro dias do mês, mas também por tudo que foi produzido no mês de janeiro.

resultados positivos:

- câmara municipal de vereadores de guatambu/sc
foi elaborado um planejamento de atividades para o ano, juntamente com os funcionários do legislativo. será criado um programa permanente para desenvolvimento de novas lideranças políticas.

- apaco/ucaf/sabor colonial
atualizações do site institucional da apaco, ucaf e da marca sabor colonial, atividades internas de planejamento e desenvolvimento de um portal fechado para os trabalhos internos visando os projetos do ano de 2011.