terça-feira, setembro 21, 2010

Símbolos do Cooperativismo


Este é o emblema do cooperativismo: um círculo abraçando dois pinheiros, que indicara união do movimento, a imortalidade de seus princípios, a fecundidade de seus ideais, a vitalidade de seus adeptos. Tudo isto marcado pela trajetória ascendente dos pinheiros que se projetam para o alto, procurando subir cada vez mais.


Antigamente o pinheiro era tido como um símbolo da imortalidade e da fecundidade, pela sua sobrevivência em terras menos férteis e pela facilidade na sua multiplicação.


O círculo representa a vida eterna, pois não tem horizonte final, nem começo, nem fim. O verde-escuro das árvores lembra o princípio vital da natureza. O amarelo-ouro simboliza o sol, fonte perene de energia e calor.


DIA INTERNACIONAL DO COOPERATIVISMO



Foi instituído em 1923, no Congresso da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), com o objetivo de comemorar, no primeiro sábado de julho de cada ano, a confraternização de todos os povos ligados pelo cooperativismo.


NOVA BANDEIRA DO COOPERATIVISMO



O Conselho de Administração da Aliança Cooperativa Internacional - ACI durante reunião realizada em Roma - Itália, em abril de 2001 deliberou sobre a mudança da Bandeira do Cooperativismo. O motivo desta decisão foi promover e consolidar claramente a imagem cooperativa, já que a antiga bandeira era utilizada por alguns grupos não-cooperativos, o que causava confusão em alguns países. A bandeira que substitui a tradicional do arco-íris é de cor branca e tem o logotipo da ACI impresso no centro, do qual emergem pombas da paz, representando a unidade dos diversos membros da ACI. O logotipo foi aprovado em 1995 por ocasião do Centenário da ACI. O arco-íris é representando em seis cores e a sigla ACI está impressa na sétima cor: o violeta.

RETROSPECTO DO SURGIMENTO DA BANDEIRA DO COOPERATIVISMO

A concepção original de uma bandeira do Cooperativismo com as sete cores do arco-íris surgiu do precursor do Cooperativismo na França, Charles Fourier que já a havia adotado no Falanstério, a comunidade ideal por ele concebida, como símbolo da "unidade na diversidade". Mesmo após sua morte em 1837, em cada reunião anual de seus discípulos, o uso do emblema do arco-íris foi mantido. 

Em 1896 L. Bernardot, delegado do Falanstério de Guisa apresentou a idéia da bandeira única do Cooperativismo ao Segundo Congresso da ACI realizado em Paris, porém sua iniciativa não vingou naquele momento. Charles Gide, grande pensador francês do Cooperativismo, recolheu a concepção e assim, em 1923, na cidade de Gante (Bélgica), o Comitê Executivo da ACI aceitou a proposta de ter uma bandeira na qual fossem representadas as sete cores do espectro solar. 

As cores vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul, anil e violeta simbolizam "os ideais e objetivos da paz universal, a unidade que supera as diferenças políticas, econômicas, sociais, raciais ou religiosas; a esperança da humanidade em um mundo melhor onde reine a liberdade, a dignidade pessoal, a justiça social e a solidariedade". 

As cores do arco-íris representam a nobreza e a grandiosidade de um símbolo da natureza em um conjunto de cores, cuja união significa a paz após a tormenta.

CADA UMA DESTAS CORES TEM UM SIGNIFICADO PRÓPRIO

Vermelho - Coragem
Alaranjado - Visão de futuro
Amarelo - Desafio em casa, família e comunidade
Verde - Crescimento individual como pessoa e como cooperado
Azul - Horizonte distante, a necessidade de ajudar os menos afortunados, unindo-os uns aos outros
Anil - Necessidade de ajudar a si próprio e aos outros através da cooperação
Violeta - Beleza, calor humano e colegismo.

Fonte: OCEPAR

Cooperativismo


História do Cooperativismo
O Cooperativismo é a forma mais evoluída do associativismo. O associativismo nasceu junto com o homem e provém da necessidade da união para vencer as agruras e desafios do mundo real. A sociedade cooperativa, em sua estrutura moderna, tal qual a conhecemos, tem seu ponto inicial e exemplificativo na "Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale", uma cooperativa de consumo, surgida em 1844, na cidade inglesa de Rochdale, que consistiu basicamente da união de tecelões que anteriormente constituíram uma poupança comunitária para aquisição de bens de consumo em maior escala, com preço diferenciado, para divisão em comum. Porém, a idéia da valorização da união entre as associações já existia muito antes. Em 1835, um dos grandes precursores do cooperativismo, Robert Owen iniciou um projeto com o objetivo de internacionalizar o sistema, criando a "Associação de todas as classes de todas as nações" que sugeria a constituição de uma cooperativa central com sucursais em todas as partes do mundo. Devido a vários fatores adversos, a ideia não vingou, porém a semente estava lançada. Na Inglaterra, berço da primeira cooperativa do mundo moderno, na França, pioneira das cooperativas operárias de produção, na Alemanha, onde Schulze Delitsch e Raiffeisen constituíram as primeiras cooperativas de crédito, na Escócia e em vários outros países foram sendo organizadas uniões, federações e confederações de cooperativas que criaram as condições para a articulação da constituição de uma entidade internacional de representação do cooperativismo. 

A Aliança Cooperativa Internacional  (ACI) nasceu em 1895 e foi a primeira organização não governamental a quem as Nações Unidas concedeu status de órgão consultivo. 


Seu objetivo principal é promover e fortalecer cooperativas autônomas em todo o mundo. Presente nos cinco continentes, esta associação independente e não governamental reúne, representa e apoia a autonomia, integração e desenvolvimento do cooperativismo. Mediante atividades de âmbito internacional, regional e nacional a ACI também procura promover e defender os valores e princípios do cooperativismo; estimular relações mutuamente vantajosas entre suas organizações, de caráter econômico ou de outra índole; favorecer o progresso econômico e social dos povos, contribuindo assim para a paz e a segurança internacional. A ACI congrega mais de 800.000 cooperativas e 810.000.000 de cooperados. Sua sede fica em Genebra na Suíça.


A representação do sistema cooperativista nacional cabe à Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), sociedade civil, com sede em Brasília, que nasceu durante a realização do IV Congresso Brasileiro de Cooperativismo em Belo Horizonte, no qual se decidiu pela fusão da ABCOOP e da UNASCO e pela existência de apenas uma entidade de representação do cooperativismo no Brasil.


Estruturada nos termos da Lei 5764/71 foi definitivamente criada em 1971 para atuar como representante legal do sistema cooperativista nacional e como órgão técnico consultivo ao governo, congregando as organizações estaduais constituídas com a mesma natureza. Representa todos os ramos do cooperativismo brasileiro, composto por mais de 7.518 cooperativas e mais de 6.791.054 cooperados (dez. 2005).


Fonte: OCEPAR

sexta-feira, setembro 17, 2010

Até o Pedobear está feliz com a visita do Papa a Inglaterra

Competência


Definições de Competência na internet:

quinta-feira, setembro 16, 2010

Como fazer print screens no Mac OS X


O print screen (impressão ou captura de tela) é um recurso utilizado para “fotografar” a tela do seu computador em um certo momento. Ele gera uma imagem de tudo que está na tela, exatamente como está. Mas se você chegou até aqui, certamente já sabe o que é um print screen, só não sabe como fazê-lo no Mac.
Deixe-me adivinhar, você está procurando a tecla “Print Screen” desesperadamente e não acha mas você tinha certeza que já tinha visto esta tecla? Então eu tenho uma boa notícia: você não está louco e nem cego. Realmente esta tecla não existe no Mac, só nos PCs comuns. Foi lá que você viu.
Uma coisa boa do print screen do Mac é que você não precisa de nenhum programa além do próprio Mac OS para fazê-lo. Como sabemos, no Windows você teria que apertar a tecla “Print Screen” e depois colar a foto em algum programa (Paintbrush, Photoshop, Word, etc) para depois salvá-la. Parece bom o suficiente, mas no Mac, as coisas são bem mais legais (pra variar). Ele pode salvar a imagem direto para você sem precisar de programa algum, sem contar que você pode capturar uma tela inteira, um pedaço dela, ou somente uma janela… E se você quiser mandar para o clipboard (área de transferência) para colar no programa que quiser, também pode. Funciona assim:
command+shift+3:  Captura a tela inteira e salva numa imagem no seu Desktop (Mesa), em formato PNG.
command+shift+4: Captura uma parte da tela que você escolher, e salva no seu Desktop. Ao usar esta combinação, o cursor do mouse vira um alvo e você seleciona a área que quer capturar. Você arrasta e quando soltar ele automaticamente captura a tela.
command+shift+4 e depois barra de espaço: Se você usar a combinação anterior (command+shift+4) e em seguida apertar a barra de espaço, o ponteiro do mouse que era um alvo vira uma câmera, e você pode clicar com ela em cima da janela que você quer para capturar somente ela e salvar a imagem no seu Desktop.
qualquer combinação+ctrl: Ao invés de salvar a imagem no Desktop, a imagem fica no clipboard e você pode colar no programa que desejar, sem gerar uma imagem automática.
alterar o formato do arquivo: É possível escolher o formato do arquivo que o print screen gera, pode ser PDF ou PNG. Para alterar esta opção, abra o Terminal e digite o comando “defaults write com.apple.screencapture type pdf” e pressione enter. Desta forma você altera o formato do arquivo para PDF. Para alterar para PNG, basta substituir no comando o pdf por png. Você deve fazer logout ou reiniciar o Mac para que esta alteração passe a valer.
E então? É fácil ou não é?
E não para por aí! Em todas as capturas de tela feitas através destes comandos, as imagens são armazenadas em formato PNG (Potable Network Graphics) que como o próprio nome já indica é um formato de imagem compactado, ou então em PDF que também não fica com a qualidade muito boa. Se você precisar de print screens com maior qualidade, você pode utilizar o programa Grab, que vem com o Mac OS e fica na pasta Utilities (Utilitários). Ele salva as imagens em formato TIFF com alta resolução. Ele é bem simples de usar e dispensa maiores explicações.

quarta-feira, setembro 15, 2010

O que é sessão ordinária?

Leva essa nome qualquer reunião legislativa, realizada apenas uma vez ao dia, em todos os dias úteis, de segunda a sexta-feira. A sessão ordinária tem a duração de cinco horas e consta de: Pequeno Expediente, Grande Expediente, Ordem do Dia, Comunicações Parlamentares. (RICD, art. 65, II)

terça-feira, setembro 14, 2010

Clássico

Solicitação de Vereadores de Guatambu atendida pelo Governador do Estado de Santa Catarina


Ligação asfáltica entre as cidades de Caxambu do Sul e Guatambu teve ordem de serviço  assinada no último final de semana.

A cidade de Guatambu está em festa. No último sábado, dia 11 de setembro, o Governador do Estado de Santa Catarina, Leonel Pavan, assinou o edital para a licitação da obra da ligação asfáltica entre as cidades de Caxambu do Sul e de Guatambu. O investimento do Governo do Estado de Santa Catarina será de aproximadamente R$ 10 milhões, no trecho de 12,4 km entre as duas cidades.

Governador Leonel Pavan no ato da assinatura do edital
Na oportunidade, o Governador Leonel Pavan reforçou que, ao garantir que todos os municípios catarinenses tenham acesso asfáltico, o Governo do Estado está assegurando condições de igualdade para que o desenvolvimento chegue de forma mais equilibrada a todas as regiões.
Vereador Luis Carlos Bernasconi foi um dos autores do pedido
Os Vereadores de Guatambu Luis Carlos Bernasconi, Norton Schneider e Clademir Azevedo foram autores de um ofício, entregue diretamente para o Governador no dia 2 de julho de 2010, solicitando investimentos do Estado para obras de infra estrutura na cidade. Um dos pedidos efetuados tratava justamente da obra da ligação asfáltica entre a cidade de Guatambu com Caxambu do Sul.
De acordo com o Vereador Luis Carlos Bernasconi, o asfalto é uma antiga reivindicação dos moradores dos dois municípios. “A obra é o fruto de uma luta histórica das duas cidades. O Governador do Estado atendeu uma solicitação com uma agilidade sem precedentes na história do Estado. Agora teremos uma ligação asfaltada entre Guatambu e Caxambu do Sul, gerando desenvolvimento do comércio, da circulação de pessoas e fortalecendo o turismo na região, já que o acesso fará o contorno das águas do lago da Hidrelétrica Foz do Chapecó, e poderá ser bem aproveitado para visitação”, disse.
O aviso de edital de licitação assinado no último sábado tem por objeto a execução dos trabalhos rodoviários de terraplanagem, drenagem, sinalização, fornecimento de material asfáltico na rodovia entre outros. O prazo para o ínicio das obras ainda não foi definido.